Potencial

Por definição, potencial é algo “relativo à potência, suscetível de existir ou acontecer, mas sem existência real, virtual.” Geralmente associamos essa palavra à grandiosidade de coisas que uma pessoa pode fazer, não é verdade? Mas, do mesmo modo, é possível pensar em potencial como algo nosso que fica ali no canto, meio que deixado de lado, sem de fato ter uma existência real em nossas vidas.

O nosso potencial precisa estar sempre em desenvolvimento.

Toda pessoa nasce com um potencial e, para desenvolvê-lo é preciso dispor de ferramentas, condições e experiências que favoreçam a utilização de suas habilidades para solucionar problemas, imaginar situações e, ir além do que se pode. Uma pessoa que não desenvolve seus potenciais é como um animal que nasceu em cativeiro. Não tem condições de voltar a viver livre na natureza, perde o instinto pela caça ou, não sabe se relacionar com outros animais da mesma espécie, está limitado ao ambiente que está inserido.

As potencialidades quando exercidas ativamente promovem além de tudo um crescimento individual, faz com que a pessoa se abra para novas oportunidades e modos de pensar, busque por relações saudáveis e que agregam ao seu estilo comportamental. Pode parecer simples mas, observe as pessoas bem sucedidas ao redor, todas elas se esforçam ao ponto máximo que conseguem até extrapolar e, nessa ruptura de “zona”, elas deixam de ser um potencial sucesso para de fato sê-lo em toda a sua plenitude.

É cansativo se tornar ou, buscar aquilo que se deseja. Nesse processo vão-se horas de aprendizado, tentativas frustadas, perdas recorrentes, mais tentativas frustadas, pensamentos negativos, comentários contrários. E, mesmo diante de várias dificuldades e justificativas para cessar, o que difere as pessoas é uma decisão. Histórias de sucesso e superação existem ao monte, todas tem algo em comum: o esforço empregado continuamente diante de um problema ou, para alcançar um desejo pessoal.

Todos têm um potencial dentro de si, porém, poucos o tornam realidade

autor desconhecido

O potencial que existe em cada um de nós precisa ser exercido e praticado ao limite, cada um a sua própria maneira e condições possíveis. Claramente, não se trata de uma opção viável a maioria, será mesmo? Devemos parar de pensar que não somos bom o suficiente para fazer alguma coisa. Uma vez que decidimos pelo caminho do desenvolvimento o maior beneficiado somos nós próprios, deixaremos de ser potenciais para nos tornar de fato o resultado que buscamos.

Gerenciamento de risco

Gerenciamento de risco é um planejamento seguido por aqueles que fazem day trade. Basicamente, consiste em estabelecer um plano com adoção das melhores práticas a fim de minimizar as perdas que ocasionalmente ocorrem quando se faz esse tipo de operação. Um plano adequado não serve apenas para proteger durante um dia específico mas, te mantém vivo dentro do mercado financeiro no longo prazo, evita que a pessoa quebre a banca, permite uma melhor gestão do que está sendo feito, dos limites aceitáveis e dos objetivos pretendidos.

O risco sempre existe, só precisamos estar preparados e ele nos fará crescer!

Você já se perguntou “Qual é o seu gerenciamento de risco?” Aposto que muitos não o fazem, afinal, ninguém gosta de pensar nos riscos de alguma coisa acontecer, não é verdade? Mas vamos lá: Se ocorrer um acidente e algum bem material seu tiver sido avariado, você terá condições de se recuperar adequadamente? Se você trabalha em uma empresa e sofre demissão, digamos, em virtude de uma pandemia global, você está preparado para ficar um tempo sem renda certa? Tem alguma outra forma de ganho? Tem outra habilidade que saiba executar bem? Ou ainda, alguma ideia que queira colocar em prática?

“Cada sonho que você deixa pra trás, é um pedaço do seu futuro que deixa de existir”

steve jobs

Pois é, por mais que não pensemos nos riscos de algo acontecer, eventualmente, eles acontecem e, estatisticamente, com uma certa frequência. Quem estiver mais preparado sairá em vantagem. Nesse link, tem um exemplo perfeito de como uma situação adversa necessita de uma reação diferenciada (Uma família que usou o auxílio emergencial para empreender e, adivinhem? Está dando certo). Quanto mais considerarmos a existência do risco em nossa vida, mais podemos aproveitá-la em sua plenitude. O risco não limita, ele é uma probabilidade, devemos usar ao nosso favor.

O gerenciamento de risco serve para criar uma proteção contra tudo e qualquer possibilidade de perda que eventualmente acontece. Além disso, nos protege contra nossos próprios erros, esses são os mais desastrosos. Quando cometemos erros atrás de erros, somos direcionados para caminhos dos quais é difícil retornar. Dessa maneira, é importante termos a nossa vida sob controle e isso inclui fazer um planejamento adequado considerando a existência de riscos.

Devemos sempre buscar nos proteger de atitudes e comportamentos que vão contra àquilo que desejamos para nós. Por exemplo, se desejamos ganhar (em qualquer aspecto da vida), precisamos minimizar as probabilidades e diminuir os impactos que eventos negativos podem nos causar. Isso inclui preparação, estudo e o desenvolvimento de habilidades que nos façam aumentar o nosso leque de recursos para agir em situações adversas, só assim poderemos analisar adequadamente as variáveis e tomar a melhor decisão.

Querer é fazer

Já ouvimos muito a frase: “Querer é poder”, essa frase remete a uma possibilidade sobre alguma coisa desejada quando na verdade faz mais sentido dizer “Querer é fazer”. Quantas pessoas dizem que querem fazer alguma coisa ou, alcançar algum objetivo de vida, mas se comportam completamente ao contrário? Têm por desejo se tornar um escritor(a), mas não escrevem ou, menos ainda, não leem um livro que seja ou, desejam entrar em forma mas nunca treinam.

Para começar a correr basta dar o primeiro passo

A grande verdade é que todos nós temos muitas coisas que desejamos alcançar, porém, dificilmente estamos dispostos a fazer o esforço necessário para tal. Andamos sempre “ocupados demais” com tarefas que não nos levarão ao resultado pretendido, essa ocupação é um engano e sabemos disso. Quando pararmos de nos fazer de vítimas das circunstâncias externas e passarmos a ser responsáveis pelas nossas atitudes, começaremos a construir o que queremos.

“Muitas pessoas querem o substantivo sem fazer o verbo, elas querem o título sem o esforço do trabalho.”

Austin kleon

Não é fácil sair do marasmo total para a completa realização, identificar algumas premissas pode ajudar nesse processo para descobrir o que realmente importa. Esses itens podem e, certamente, irão mudar, de acordo com a sua fase de vida ou, qualquer outro aspecto que interfira nas tomadas de decisão e tenha importância para você. Precisamos viver de acordo com as nossas prioridades e não para dar conta de tudo a todo instante.

A vida é feita de escolhas e as escolhas que fazemos moldam tudo ao nosso redor, o problema ocorre quando as pessoas não entendem isso, desejam avidamente alcançar muitas coisas ao mesmo tempo e acabam deixando escapar oportunidades de crescimento e fechando portas para outras possibilidades. Nesse sentido, é melhor fazer poucas coisas com muito empenho do que muitas coisas pela metade.

Querer não é apenas poder, aqui a palavra poder tem a ver com a possibilidade de realização e, essa possibilidade só passa a existir a partir do momento que fazemos algo. Por mais que tenhamos sorte, precisamos estar preparados para quando a oportunidade aparecer. Devemos parar de simplesmente “querer fazer” as coisas para de fato começar a fazer aquilo que queremos!

Aprendendo a aprender

Talvez uma das habilidades mais inatas do ser humano é a capacidade de aprender. Já reparou que até, por volta dos dois anos, mais ou menos, as crianças tem um pico de crescimento muito maior do que em qualquer outra fase da vida? Não vamos falar sobre os motivos ou circunstâncias nas quais isso ocorre mas, a questão principal é a habilidade que as crianças tem de aprender algo unicamente por observação e repetição.

O desejo pelo aprendizado contínuo deve ser igual ao de uma criança…

Quando bebês não sabem falar mas de tanto observarem e estarem próximos às conversas, a fala dos pais, ao sotaque, ao idioma acabam incorporando esse conhecimento e a partir dali expande-se um mundo de possibilidades. Quando ainda não sabem andar, arriscam-se a equilibrar-se um pouco para saber o que se pode fazer ficando em pé, dão os primeiros passos se apoiando no sofá ou, em alguém, até se sentirem seguros para dar andarem sozinhos. Eles arriscam, acertam depois de várias tentativas e, melhoram pela repetição.

O ato de andar é o primeiro sinal de “emancipação” de um bebê, seguidos de uma bicicleta para as crianças e, um carro para os jovens. As crianças quando tentam andar sozinhas ou, falar, se arriscam a uma ação totalmente desconhecida por elas. Não conhecem a própria capacidade e por não conhecê-la de fato, não enxergam limitações, exploram, fazem experiências, criam estórias, aprendendo continuamente.

Em alguma fase da nossa vida, nós perdemos esse gosto pelo risco. O que não faz muito sentido, uma vez que temos mais potencial, condições, recursos, autoconhecimento de nossas capacidades e mesmo assim, nos vemos limitados ou, pior, acabamos nos limitando. Paramos de aprender coisas novas e ficamos repetindo o que já sabemos… Funciona, é verdade, mas isso é pouco. Talvez seja um pouco de aversão pelo julgamento alheio, receio de mostrar que não se sabe algo e se está, simplesmente, aprendendo. As crianças não tem essa percepção.

Quando estamos em nossos papéis na sociedade (trabalho, comunidade, família) nos cercamos de coisas que conhecemos e temos sob controle. Isso gera a conhecida zona de conforto. O aprendizado contínuo possibilita que aumentemos essa zona um pouco de cada vez. Aumentando-a nos colocamos sempre em movimento, passamos a ter domínio sobre mais ferramentas, desenvolvemos outras habilidades, criamos infinitas possibilidades e construímos outras relações.

“Busque sempre aprender, um pouco de cada vez. O aprendizado contínuo nos leva à perfeição. Fazer menos do que se pode é ir contra a natureza para a qual somos designados.”