Distribuição Normal

Na área da matemática e da estatística, a distribuição normal é uma das distribuições mais utilizadas para modelar fenômenos naturais. Isso se deve ao fato de que um grande número desses fenômenos apresenta sua distribuição de probabilidade tão proximamente normal. Falando em termos matemáticos, consiste em uma distribuição de probabilidade absolutamente contínua parametrizada pela sua esperança matemática e desvio padrão. Difícil?

Quando sabemos usar as variáveis corretas, tudo fica mais fácil

Talvez o conceito formal seja um pouco complicado de entender mas, vamos imaginar que você esteja respondendo a uma pesquisa para descobrir a média de altura dos brasileiros. Haverá diversas respostas e, pessoas com diferentes alturas, não é verdade? Mas ao final, será possível determinar um intervalo no qual haverá uma maior quantidade de alturas respondidas, provavelmente bem no meio das faixas de valores apresentados. Essa ideia pode ser melhor visualizada utilizando um tabuleiro de Galton.

Por mais que algumas pessoas façam o que for necessário para buscar uma melhoria de vida, realizar algum projeto grandioso, alcançar um objetivo que parece impossível, muitas caíram na “normalidade”. Não que não seja possível fazer tudo o que se deseja mas, a verdade é que para alguns isso é mais difícil. Precisam de mais esforço, mais dedicação, mais comprometimento e mais resiliência para não se deixar abater diante das situações adversas que aparecem pelo caminho e, isso deixa o resultado mais recompensante do que era inicialmente.

Com mais empenho empregado para estudo e realização de algo, passamos a tomar decisões melhores e, com isso, parece que a sorte começa a sorrir pra gente. Passamos a pensar diferente, priorizar objetivos que realmente agreguem ao nosso perfil comportamental e, como consequência, conseguimos refletir esse esforço àqueles que estão ao nosso redor. De certa maneira, as decisões que tomamos e conquistas que alcançamos hoje, passam para os que virão depois de nós.

Somos um acúmulo de cultura, relações, educação e até mesmo, do patrimônio de gerações anteriores a nossa. Essas variáveis devem ser utilizadas da melhor maneira possível para que possamos realizar mais do que aparentemente podemos e, mesmo que sejamos privados de qualquer possibilidade – por fatores governamentais, crises econômicas, corrupção, falta de segurança, educação, etc – precisamos fazer o esforço necessário a fim de melhorar as nossas chances de sucesso, e assim, sairmos do comum.

Quebrar a banca

Quebrar a banca é uma expressão utilizada por aqueles que fazem day trade e significa perder todo o dinheiro reservado para esse tipo de operação. Existem alguns motivos que levam uma pessoa a perder tudo o que tem fazendo isso: falta de gerenciamento das operações, não respeitar o limite de perda diária, cometer os mesmos erros dia após dia, falta de controle emocional, falta de estudo prévio, não seguir o plano de trade definido e, por ai vai. Saber identificar a causa é importante para se buscar a evolução enquanto trader.

Não deve ser uma sensação muito boa perder tudo aquilo que se tem, mas quando isso acontece a pessoa tem duas alternativas – quase tudo na vida se resume a duas alternativas – desistir ou, aprender com os erros. Pode parecer uma decisão óbvia pra muita gente optar por tentar novamente, mas o aprendizado e paciência necessária estão cada vez mais escassos hoje em dia. Estamos nos tornando imediatistas a ponto de não termos respeito nem mesmo com nossas próprias limitações e velocidade que cada pessoa tem para aprender alguma coisa.

Desistir após uma perda é uma opção, só que talvez não seja a melhor!

Em nossas vidas, quando passamos por alguma “perda total” – financeira, relacionamento, profissional – precisamos avaliar o que realmente aconteceu para que tenhamos o discernimento adequado para tomar a melhor decisão. Às vezes, o excesso de competição e comparação nos leva a caminhos que não queremos e não se encaixam em nosso perfil comportamental. Acabamos levando em consideração tanto a opinião dos outros sobre a nossa que nos vemos presos em uma situação que nunca temos o devido controle.

As perdas acontecem querendo ou não, só o que podemos fazer é utilizá-las para aprendizado. Não adianta perder tempo com coisas que não interessam, isso pode fazer com que deixemos de descobrir algo interessante sobre nós e sobre aquilo que realmente queremos. A perda traz vários sentimentos consigo que nos impedem de progredir causando dúvidas e medo diante de outras situações importantes que nada tem a ver com o que passou. A redenção é possível para aqueles que se dedicam!

Perder-se também é caminho

clarice lispector

Não somos ensinados a saber perder, desde criança ouvimos que temos que fazer certas coisas para ganharmos na vida, mas até lá, perdas aparecerão no meio do caminho. Muitas pessoas dizem: “- Perder não faz parte do meu vocabulário”, mas é mentira. A vida não é uma linha contínua ascendente rumo ao céu, está mais para uma montanha russa, com altos e baixos, sobre os quais todos passamos em momentos diferentes e com percepções diferentes sobre um mesmo ponto.

Autossabotagem

Autossabotagem pode ser definida como a criação de obstáculos e dificuldades – de forma consciente ou não – que nos atrapalham na hora de realizar tarefas ou conquistar objetivos. Muitas vezes fracassamos em nossas atividades profissionais, pessoais e até mesmo de negócios não por ignorância ou incompetência, mas para realizar um desejo inconsciente de fracassar e contínuo por uma satisfação corretiva.

Autossabotagem é como abrir a porta do carro numa via expressa com tráfego intenso

Em alguns casos, essa autossabotagem acontece de maneira natural, totalmente inconsciente ou, falta de experiência. Nesse caso, a falha faz parte do processo de aprendizado. Por outro lado, existem ações feitas de forma consciente que achamos que fazem parte de nossas características individuais, essas são as mais difíceis de perceber. É aquela velha história de quando alguém diz que tem “temperamento forte” e, na verdade é apenas falta de educação mesmo.

Outro fator que pode contribuir para a nossa autodestruição tem a ver com a bagagem mental que carregamos desde a infância. Isso pode impedir o sucesso de uma pessoa muito mais do que ela imagina. Precisamos identificar esses pontos fracos que nos fazem perder oportunidades, extrapolar nossos limites e, arriscar mais do que podemos suportar.

Autossabotagem nos faz errar em coisas simples

A maioria das pessoas passa a vida inteira cometendo os mesmos erros, algumas chegam aos 60 fazendo as mesmas burrices que faziam quando eram jovens e invencíveis de 20 anos. Por exemplo, na segunda-feira reclamam do trabalho, de acordar cedo, da rotina, de tudo… e se dispõem a viver da mesma maneira continuamente se contentando com o que é possível fazer, esperando por uma satisfação momentânea, ou seja, sabotam o próprio futuro em detrimento da conformidade com o presente.

Outras pessoas estruturam a vida para serem bem-sucedidas numa área, enquanto desenvolvem conflitos internos em outras, o desequilíbrio é até certo ponto saudável. Poucas pessoas amadurecem e superam seus problemas, por mais difíceis que eles sejam. Quem não aprende com o passado está condenado a repetir os mesmos erros no futuro.

Rascunho

Um rascunho geralmente pode ser interpretado como “algo anterior a um resultado definitivo”, “um esboço de qualquer escrito”. É um molde que precisa de ajustes para se tornar aquilo que de fato se deseja. Para construir uma casa, por exemplo, os engenheiros e arquitetos utilizam uma planta-baixa para visualizar o resultado antes mesmo de ele existir.

Fazer um rascunho numa agenda ou, pedaço de papel que seja, é importante, pois, nos ajuda a visualizar as ideias, os projetos, desejos, sonhos e, metas a serem cumpridas. E, cabe unicamente a nós, a ação de torná-los reais. Um sonho numa folha de papel é como um pássaro em uma gaiola que tem potencial de voar alto, porém, apenas canta, para poucos ou, nem isso.

Como seres humanos, somos criaturas que estamos em constante processo de melhoria. A cada primavera, retocamos um traço aqui e outro ali, colorimos um pedaço que faltava e vamos nos aperfeiçoando cada vez mais. Só não é possível apagar pessoas de nossa vida como se fosse um rabisco qualquer. Aquele traço poderá ser contornado ou, retocado mas a sua marca sempre existirá.

rascunho: uso quantos lápis forem necessários
rascunho: use quantos lápis forem necessários

Nessa atividade de transformar um rascunho em obra-prima, passamos por várias etapas, aprendizados e, processos de amadurecimento que nos dão a clareza daquilo que desejamos realizar. Não demoremos muito para tirar do papel nossos projetos, nossas ideias, nossos desejos. A largada e a chegada são iguais para todos mas é durante o caminho que temos a chance de viver como desejamos.

“Não faça da tua vida um rascunho. Poderás não ter tempo de passá-la a limpo”

Mário Quintana

Tudo o que não somos!

Os artesãos são artistas que têm a capacidade de transformar uma pedra bruta em uma escultura magnífica, de enorme notoriedade e que conseguem até mesmo transparecer um profundo significado emocional. Michelangelo ao ser questionado por Leonardo Da Vinci sobre a escultura de Davi, respondeu: “Eu apenas tirei da pedra de mármore tudo que não era o Davi!”. E com relação a nós? O que será que está ao nosso redor que não é de fato nosso e nos impede de sermos quem de fato somos?

tudo o que não somos
tudo o que não somos

De certo modo, podemos dizer que estamos envoltos por vários pedaços de mármore. Esses vários pedaços são resultado de nossa caminhada enquanto indivíduos, pais, profissionais e, todos os outros papéis que exercemos ao longo de nossa vida. Quando nos damos conta, deixamos de ser quem de fato gostaríamos de ser, passando a ser o que dá pra ser. Ficamos sobrecarregados com tantas responsabilidades, deixamos de priorizar nossos desejos e, por consequência, deixamos de lado a nossa melhor versão (o texto 3D fala mais sobre isso ;D).

Para que possamos tirar o que de fato não é nosso, precisamos nos desenvolver enquanto pessoas, mas não apenas o desenvolvimento formal (acadêmico) e, sim, buscar o desenvolvimento por meio dos nossos relacionamentos, aprendizados adquiridos, experiências do cotidiano, necessidades atuais e futuras, que quando bem praticado promove o nosso autoconhecimento, favorece o hábito de refletir e rever nossos valores, objetivos de vida, anseios pessoais e, vontades do dia a dia.

Michelangelo já dizia: “- O maior perigo para a maioria de nós não está em definir nosso objetivo muito alto e aquém; mas estabelecendo nosso objetivo muito baixo e atingindo nossa marca”. Devemos nos livrar de tudo aquilo que não é nosso e nos impede de sermos os artesãos da nossa própria história.

Qual é a resposta correta?

Qual é a resposta correta para um problema aparentemente sem solução? Ou ainda, para qualquer problema que tenhamos na vida? Muitas vezes sem nos darmos conta, buscamos a todo custo, várias respostas. Aquelas que parecem ser a cereja do bolo que faltava para tudo ser resolvido magicamente.

qual é a resposta correta?
Qual é a resposta correta? Já descobriu?

Ter a convicção na hora de dar uma resposta é importante. Porém, deixamos passar algo muito importante que é pergunta. Devemos sempre nos questionar o quão importante aquela situação representa pra nós. Por exemplo, almejamos ganhar cada vez mais, mas por quê? É essencial que eu ganhe mais? O quanto isso vai me retornar em benefício? E, não apenas em benefício material, mas como um todo. O quanto eu estou disponível para sacrificar meu tempo, meu lazer, minhas companhias, minha paz de espírito para ter apenas mais do mesmo?

Isso acontece de maneira natural e, com todos nós. Focamos nossa atenção para a resposta sem saber de fato qual é o nosso objetivo, a pergunta que nos guia. Agindo assim, desperdiçamos tempo, energia, dedicação e, habilidades, para resolver um problema que muitas vezes nem existe de fato, são frutos da nossa imaginação e ambição desmedida.

É importante que saibamos quais são as perguntas que nos movem, a partir delas é possível delimitar um caminho. Sem as perguntas certas, buscamos qualquer resposta. Ora buscamos as que nos convém, ora as que não queremos… mas acabam funcionando, de um modo ou de outro.

Algumas perguntas que podemos nos fazer todos os dias são: “O que mais importa na minha vida?”, “Com que me importo?”, “Quando eu fui além dos limites da minha zona de conforto?”, “Quando foi a última vez que eu fiz algo pela primeira vez?”, “O que eu faço que me alegra e me motiva todos os dias?”, etc, etc, etc… Não devemos nos guiar pelas respostas que os outros procuram pra si, precisamos aprender a fazer as perguntas corretas para nós!

Cansaço

Cada vez mais estamos ficando cada vez mais cansados. Cansados da rotina diária, cansados do excesso de responsabilidades e atividades, cansados de problemas que parecem muitas vezes sem solução, além é claro do cansaço físico. Porém, às vezes, o cansaço psicológico é igualmente prejudicial ou até mais e, não damos a devida atenção.

cansaço
Uma hora o cansaço derruba a todos nós!

A vida é feita de fases e para que possamos tirar o máximo proveito dela é preciso, obviamente, passar por cada uma das fases. Nesse meio tempo nos desgastamos devido aos aprendizados e dificuldades necessárias para que nos tornemos pessoas melhores, com mais conquistas e por ai vai. Isso tudo, uma hora cansa. Ficamos esgotamos de tal maneira que acabamos sem forças e desejamos apenas pular algum período da vida, desejamos dormir a acordar quando tudo isso tiver passado… mas, não é assim que a banda toca!

Muitos dizem que quem fala assim está “romantizando” o cansaço, pessoas assim desejam simplesmente passar por esse período exaustivo e ir direto para a fase da colheita, como se magicamente tudo fosse se resolver por conta própria, reclamam da fase atual, mas muitas vezes não demonstram vontade e preparação para a fase seguinte.

Esse cansaço que passa a ser nosso companheiro é fruto de um excesso de empenho, esperança e esforço realizados em algum momento anterior juntamente com frustrações repetitivas e faz com que fiquemos no mesmo lugar. Mais fácil seria se entendêssemos de uma vez por todas que isso tudo é natural. O final de semana só é desejado porque vem depois de uma semana longa de trabalho, as férias são queridas porque vêm depois de um período longo de trabalho e dedicação, ninguém precisa ser feliz o tempo todo, até felicidade em excesso uma hora cansa.

Discordância

Todo mundo em algum momento já sentiu a necessidade de discordar de algo ou alguém, expor e defender a sua opinião com unhas e dentes a ponto de aumentar o tom da voz, utilizar de palavras ruins e gestos completamente desnecessários. No trânsito, por exemplo, se sofremos uma batida de outro carro já saímos esbravejando com os punhos à mostra, cheios de razão querendo que o culpado pague o prejuízo… Muitas vezes não nos preocupamos com a situação como um todo…

discordância
discordância: apenas pense!

Engana-se quem pensa que discordar existe apenas com àquilo que é diferente ou, distante de nós. Nas relações de amizade, por exemplo, não existe apenas a concordância, a discordância existe e deve ser respeitada. Tal atitude quando bem medida pode ser um sinal de progresso, pois, é preciso parar e refletir sobre o que não se vê de imediato.

Um ato de discordância, geralmente precede uma externalização do sentimento de raiva ou, ainda pior, do ódio. Buda dizia: “ódio nunca termina por ódio, mas por amor”. Um mal-entendido nunca termina pela discussão, mas pela tática, diplomacia, conciliação e um desejo simpático de ver o ponto de vista da outra pessoa. É preciso saber ouvir mais do que falar, acolher pensamentos contrários ao nosso, desconfiar de nossa primeira impressão instintiva. Será que estamos certos o tempo todo!?

O melhor meio de vencer uma discussão é evitá-la. Todo o caos gerado nos remete à necessidade de buscar o equilíbrio, nem sempre é possível num primeiro momento mas, sempre possível no longo prazo. Nem toda disputa por um direito claro é saudável, lembre-se: É preferível ceder o caminho a um cachorro a ser mordido por ele!

Carpe Noctem

A cada novo ciclo é possível rever todo o caminho trilhado até então, podemos ainda rever o que deu errado e agradecer pelos objetivos alcançados. Muitas vezes deixamos de mostrar e praticar essa gratidão e desviamos nossa atenção para coisas e pessoas que não nos agregam e nem nos engrandecem enquanto seres humanos.

No dia a dia somos expostos a situações adversas que requerem nossa atenção de maneira única, pensamentos e atitudes direcionadas que simplesmente nos cansam. Às vezes, uma fala inesperada já é suficiente para fazer o chão desabar sob nossos pés. Devemos ater nossa atenção às coisas que nos fazem bem, àquilo que nos faz brilhar os olhos e faz com que tenhamos que pensar em formas de executar a qualquer custo por satisfação pessoal.

carpe noctem
carpe noctem: aproveite a noite

Estamos cercado de obrigações, deveres, coisas e comportamentos que não gostamos mas, simplesmente toleramos e essa aceitação forçada faz com que elas acabem fazendo parte do nosso ser. Atrapalham nossa vida, influenciam nossas decisões, nossa saúde. Chega disso, não!?

No meio disso tudo, os dias vão se passando e cabe a nós escolher como vamos passar pelos dias… Devemos extrair e direcionar nossos esforços para o que há de melhor em nós, manter o foco naquilo que realmente nos agrega valor e nos faz crescer cada vez mais e, sempre que possível reavaliar tudo de novo.

Combustível

O que de fato nos move? Qual é o combustível que faz nossa vida ser a nossa vida? Aquela que só pertence a nós mesmos? Precisamos saber responder a essas perguntas, não apenas pelo simples motivo do autoconhecimento e sim, apenas por isso!

Combustível: o que te move?
Combustível: o que te move?

Responder com convicção é suficiente para delimitar os objetivos e necessidades da nossa vida que cada vez mais está com um aspecto de competição, percebem? Lutamos para ter os melhores empregos, morar nas melhores casas, vestir as roupas mais caras, comprar o carro do ano… Entenda, não há nada de errado nisso mas, precisamos ter em mente o motivo que nos levou a tomar tal decisão.

Quando não sabemos o que nos satisfaz, compensamos essa falta por outras coisas não tão importantes, nos enrolamos em dívidas que não podemos pagar, compromissos desagradáveis, pessoas com as quais não queremos estar. Nesse meio tempo, esquecemos de ser pessoas melhores, pais mais presentes, filhos mais atenciosos, profissionais mais dedicados…

O autoconhecimento está para a nossa vida assim com o combustível está para o carro. Sem combustível o carro não anda, com combustível adulterado o desempenho fica prejudicado e, com um bom combustível é possível até mesmo rodar um pouco mais e, mesmo existindo vários tipos de combustíveis não são todos que nos favorecem. Quando nos conhecemos de fato, sabemos exatamente o que queremos fazer, onde queremos chegar e o que precisamos fazer para isso. Não é qualquer caminho que nos leva à felicidade a menos que você não saiba o que quer, se for esse o caso, qualquer caminho serve.

Eventualmente, o nosso combustível precisa ser trocado não há nada de errado nisso, porém, precisamos estar prontos para quando isso acontecer. Esse processo pode ser difícil de aceitar já que toda mudança traz uma série de desafios e novidades que nos obrigarão a mudar nossa forma de agir, pensar e ser. O importante é entender que esse processo é necessário para o nosso crescimento pessoal e o maior beneficiado com todo esse processo somos nós mesmos